viagem & magia
terça-feira, 15 de maio de 2012
Relato Reflexivo
Eu resolvi fazer esse curso porque gosto de novos desafios.Estou fazendo a REDEFOR e percebi que esse curso trouxe novas ideias.
As atividades são práticas e fácil de serem trabalhadas com os alunos. A elaboração do blog foi muito prazerosa porque pude aprender um desafio de como trabalhar em grupo à distancia.Confesso que achei difícil, pois cada um tem seu tempo.O resutado final foi emocionante.Nosso blog ficou lindo! Acho que devemos após o curso, postar nossos textos e ideias inovadoras nele.
Abraços a todos colegas do grupo.Rosangela Cassia
segunda-feira, 14 de maio de 2012
Relato reflexivo
Curso: Práticas de Leitura e Escrita na Contemporaneidade
Módulo 4: Leitura e Escrita em Contexto Digital
Cursista: André Luiz do Nascimento Ramos – Turma 53
Relato reflexivo
Leitura e escrita: práticas em redimensionamento
“(...) a tecnologia caracteriza-se, de uma maneira geral, como um conjunto de conhecimentos, informações e habilidades que provêm de uma inovação ou invenção científica, que se operacionaliza através de diferentes métodos e técnicas e que é utilizado na produção de bens e de serviços.” ¹
Compor um relato reflexivo, a partir de um curso voltado para práticas de leitura e escrita em contexto digital, pressupõe um itinerário formativo que favorece uma retomada de concepções gerais sobre o tema abordado e implicações de um novo olhar sobre a própria prática pedagógica.
Apresentado em quatro módulos, o referido curso viabilizou a proposta de reflexão a respeito de como atuar com as tecnologias, de desenvolvimento das competências leitora e escritora bem como de exploração/otimização de algumas práticas e ambientes de leitura e escrita em contexto digital.
Na estrutura organizacional de cada módulo, foi possível desenvolver um conjunto de atividades com apoio de uma tutora que mediava o processo interativo das tarefas individuais e/ou coletivas. Além disso, o suporte virtual por meio de personagens específicos garantiu alinhamento de questões tecnológicas em caráter prático e conceitual.
Nesse sentido, leitura e escrita tornaram-se práticas em redimensionamento em virtude da função social na qual se inserem e do próprio contexto de interatividade ou de interação dos indivíduos.
De modo bem objetivo, o módulo 1 trouxe elementos de estudo no tocante ao letramento digital. Nesse momento, considerando o referencial teórico apresentado, ficou bastante evidente a ideia da dimensão (inter)discursiva da linguagem em razão da mídia utilizada que favorece o reconhecimento de autoria, o desenvolvimento de autonomia e o fortalecimento do protagonismo social.
No módulo 2, mediante pressuposto de aprendizagem colaborativa, a interação foi ainda mais prestigiada por trazer indicação para a construção de um blog (por grupos).
O módulo 3 trouxe o reconhecimento de gêneros e a adequação de situação discursiva. Por contemplar propostas redacionais diferenciadas, foi possível ampliar o processo de leitura e de interação, construindo, inclusive, possibilidade de mediação e de refacção textual.
No módulo 4, houve estudo voltado para questão dos gêneros, objetivos, capacidades e estratégias de leitura. A fundamentação teórica e as atividades complementares favoreceram o exercício de reflexão e de aplicabilidade do conjunto de informações veiculadas no curso.
De certo modo, a intersecção dos módulos garantiu a ampliação dos horizontes dos conhecimentos relativos aos conteúdos estudados e visibilidade das esferas de circulação bem como dos efeitos de sentido na prática de leitura e de produção textual.
Em termos de contribuição à prática profissional a partir desses estudos, é preciso destacar a prerrogativa de ação-reflexão-ação. Além disso, é necessário enfatizar que me sinto como indivíduo aprendente, aprofundando a compreensão de conceitos e ampliando as diretrizes de acompanhamento pedagógico. Em virtude de favorecer um novo olhar e um novo pensar sobre as questões de leitura e de escrita, na perspectiva dos gêneros discursivos, ressalta-se a dimensão de interatividade e de intencionalidade.
No que diz respeito à produção textual em contexto digital, foi possível apoiar, acompanhar a construção de um blog bem como explorar os próprios recursos disponibilizados pela ferramenta – postagens em fóruns diversificados, acesso a links variados e interação a partir da participação de outros cursistas. Procurei fazer indicação de materiais, estabelecer devolutivas por meio de mediação reflexiva e fortalecendo a dinâmica da aprendizagem colaborativa. Nesse sentido, pude atuar como leitor e escritor, apropriando-me dos objetivos específicos das diferentes atividades e propostas no intuito de explorar as estratégias e capacidades de leitura.
Segundo LERNER (2002),:
“Enfrentamos um grande desafio: construir uma nova versão fictícia da leitura, uma versão que se ajuste muito mais à prática social que tentamos comunicar e permita a nossos alunos se apropriarem efetivamente dela. Articular a teoria construtivista da aprendizagem com as regras e exigências institucionais está longe de ser fácil: é preciso encontrar outra maneira de administrar o tempo, é preciso criar novos modos de controlar a aprendizagem, é preciso transformar a distribuição dos papéis do professor e do aluno em relação à leitura, é preciso conciliar os objetivos institucionais com os objetivos pessoais dos alunos...”²
Diante de tal afirmação, ficam patentes a abordagem e os elementos desafiadores no tocante às práticas de leitura e escrita na contemporaneidade. Por isso, outra reflexão desencadeada aponta não só a formação do aluno leitor, mas também o aspecto da formação continuada aos docentes para redimensionar a prática pedagógica voltada à função social e com uso adequado de diversas tecnologias.
No que diz respeito aos alunos, de acordo com MEDEIROS e GALIANO (2005):
“Abrir o mundo da mídia aos jovens é um caminho para a futura profissionalização desses jovens. Seja como primeiro passo para a formação de comunicadores, seja para ampliação de seus conhecimentos e habilidades, sobretudo a de trabalhar em equipe. E é também um caminho para ampliar a capacidade de análise, formando leitores, ouvintes e telespectadores mais críticos e menos manipuláveis.”³
No que concerne ao professor, vale retomar SOLÉ (1998) quando afirma “que o ensino sempre deve ser considerado uma tarefa de equipe, não só no caso da leitura”. De certa forma, tal premissa remete-nos à proposta da interdisciplinaridade o que nos levaria, mediante trabalho didaticamente integrado, ao caminho da intertextualidade e da interdiscursividade.
Para finalizar, destaco como ponto necessário de validação o empenho dos profissionais de nossa rede no que se refere à iniciativa e à realização do curso. Merece, também, destaque o apoio e o acompanhamento expressos pela tutora.
Certamente, com esse breve relato reflexivo, não se esgotam as possibilidades do que foi tratado no curso, contudo vislumbra-se a força das práticas de leitura e escrita em redimensionamento num mundo em constante transformação.
Citações e referências:
¹ GRINSPUN, M. P. S. Z. (org.) – Educação Tecnológica: desafios e perspectivas. São Paulo: Cortez, 1999 – p. 51
² LERNER, Delia – Ler e Escrever na Escola: o real, o possível e o necessário / trad. Ernani Rosa. Porto Alegre: Artmed, 2002 – p. 79
³ MEDEIROS Fº, Barnabé e GALIANO, Mónica Beatriz – Bairro Escola / Uma nova geografia do aprendizado do jovem no mundo da mídia, treinando trabalho em equipe. São Paulo: Tempo D’Imagem, 2005 – p. 62
SOLÉ, Isabel – Estratégias de Leitura – 6ª edição, Porto Alegre: ArtMed, 1998 – p. 174
RELATO REFLEXIVO
Sou professora da rede pública estadual, procuro sempre me atualizar, e ficar “antenada” com tudo o que acontece ao meu redor e como sabemos a tecnologia já invadiu as escolas e temos que procurar usá-las a nosso favor.
Por isso resolvi fazer o curso, no início fiquei muito apreensiva, pois, nunca tinha feito curso EaD e não tenho muita intimidade com o PC, confesso, achei que não ia conseguir concluí-lo, com o passar do tempo fui me tranqüilizando e a cada módulo novas descobertas foram feitas, procurava não deixar nenhuma atividade para a última hora, mas a apreensão voltou, quando fomos separados em grupos e tivemos que montar o blog, era difícil nos comunicar, mas enfim conseguimos concluir o blog e aos poucos fui conhecendo mais e mais o computador aprendi até a fazer postagem no blog.Sem contar que as atividades propostas pelo curso mostram um caminho inovador que leva a reflexão sobre o nosso fazer pedagógico. Pois sabemos que ler e escrever não é fácil, ainda mais que estamos rodeados de todos os tipos de leitura.E temos que saber como trabalhar não apenas leitura e sim as leituras que se apresentam em nosso dia-a-dia, como explorar textos para buscar informações práticas, satisfazer curiosidades, informar-se sobre o que acontece no mundo, divertir-se, relacionar-se com as pessoas.
Esse curso nos proporcionou novas idéias, basta apenas querer colocá-las em prática já que estamos diante de um convite tentador, basta aceitar esse convite e levar tudo o que aprendemos para a sala de aula.( Texto elaborado por: Marta)
terça-feira, 1 de maio de 2012
INTERROGATÓRIO
No curso "Práticas de Leitura e Escrita na Contemporaneidade", nosso grupo foi convidado a desenvolver uma produção textual, explorando o gênero discursivo do INTERROGATÓRIO. A partir de elementos/situações previamente apresentados, cada componente do grupo elaborou um texto e estamos compartilhando no blog do grupo:
ESCRIVÃO: Presumo que o Senhor saiba por que foi chamado para depor?
DEPOENTE: Sim, segundo a notificação que recebi, devo apresentar elementos que possam esclarecer a situação ocorrida em nosso prédio, na semana anterior, no que diz respeito ao corpo encontrado por lá.
ESCRIVÃO: Pois bem, inicialmente, gostaria de colher dados de identificação para que constem na qualificação de seu depoimento, tais como: nome, RG, data de nascimento, filiação, endereço, profissão e telefone.
DEPOENTE: Certamente, peço que o Senhor retire já os apontamentos a partir de meu documento de identidade. Quanto ao endereço, resido na Av. Brasil, nº 100 / apartamento 25, 2º andar – Bairro da Esperança. Trabalho, atualmente, como professor e meu telefone residencial é 2759-3827.
ESCRIVÃO: Muito bem. Qual a primeira situação de que o Senhor se recorda daquele dia em que o corpo foi encontrado?
DEPOENTE: Geralmente, costumo acordar quando toca o despertador do meu celular. Mas, naquele dia, acordei com uma campainha insistente. Não estava certo de ser em meu apartamento ou no do vizinho. Assim, fiz breve higiene matinal e corri até a porta.
ESCRIVÃO: O Senhor saberia precisar as horas em que a campainha tocou?
DEPOENTE: Devia ser por volta das 5 horas da madrugada, pois logo em seguida meu celular fez o toque de despertar.
ESCRIVÃO: Sei. O Senhor disse que correu até a porta. O que viu, então?
DEPOENTE: Logo que abri a porta, vi um caído e não havia mais ninguém no corredor.
ESCRIVÃO: O Senhor reconheceu de quem se tratava? Procurou fazer o quê?
DEPOENTE: Nunca tinha visto aquela pessoa. De imediato, toquei de leve no corpo e observei que estava frio e rígido, imaginando, assim, que seria um cadáver. Por isso, resolvi ligar imediatamente para a polícia e informar que havia um homem morto na porta de meu apartamento.
ESCRIVÃO: Há algum detalhe que tenha chamado mais atenção logo que o Senhor avistou o corpo?
DEPOENTE: Sim, a feição de dor estampada no rosto e uma marca, no pescoço, que parecia de estrangulamento.
ESCRIVÃO: Bem, agradeço pelas informações prestadas. Peço que assine o termo de depoimento e que esteja à disposição caso ainda necessitemos de maiores esclarecimentos.
(Texto elaborado por André Luiz do Nasc. Ramos)
segunda-feira, 23 de abril de 2012
COMO SURGIU NOSSO BLOG
Este Blog faz parte de um programa de formação continuada para professores PEB II de todas as áreas e disciplinas, Durante o curso nossa tutora formou grupos numerando cada grupo, Nós pertencíamos ao grupo 3, tínhamos que escolher um representante para ficar responsável pela montagem do blog, a pessoa que ficou responsável encontrou alguns obstáculos e resolveu disponibilizar o email e a senha para todo o grupo, assim cada componente contribuiu de uma certa maneira para o resultado final, e assim surgiu esse maravilhoso blog.
O Programa pretende ampliar a formação dos participantes para que possam tomar parte de forma mais efetiva nas práticas atuais que envolvem a leitura e a escrita em diversos contextos, situações, suportes e mídias, uma das exigências para uma participação mais efetiva, letrada e cidadã na sociedade.
A ideia do curso é refletir e exercer, com os educadores em formação, práticas de leitura e escrita em ambientes digitais interativos. A partir dessas vivências, pretende-se trabalhar com diferentes abordagens de circulação, compreensão e produção de textos - em diferentes gêneros, modalidades e linguagens - nas salas de aula da rede pública estadual.
Todos vocês estão convidados à participar e visitar constantemente nosso blog.
GÊNERO TEXTUAL: INTERROGATÓRIO
Delegado:O que aconteceu na manhã do dia 20/04/2012?
Testemunha: Estava dormindo, abri os olhos devagar, consultei o relógio na cabeceira da cama e vi que era hora de levantar. Fui ao banheiro, escovei os dentes, lavei o rosto e quando fui abrir a porta, a campanhia tocou. Enxuguei o rosto e minhas mãos vagarosamente, saí do banheiro, caminhei arrastando os chinelos até a porta e destranquei a fechadura.
Delegado: Conte-me o que você presenciou.
Testemunha: Ao abrir a porta vi um homem aparentemente de 30 anos, negro, cabelos bem curtinho, barba feita e muito limpo caído na soleira. Corri olhar em torno, mas não havia ninguém no corredor. Abaixei-me, toquei o homem com os dedos e me desesperei quando senti que seu corpo estava frio e rígido. Corri muito nervosa ao telefone e disquei o número da central para pedir ajuda.
Delegado: Muito obrigado por comparecer e se for necessário chamo a senhora para depor novamente. A senhora está dispensada.
Testemunha: De nada. Pode contar comigo.
Texto elaborado por: Rosangela Cassia.
Interrogatório
Delegado: O que realmente aconteceu hoje pela manhã?
Testemunha: Hoje pela manhã como todos os dias, acordei, abri os olhos, olhei para o relógio constatei que como sempre estava atrasada e precisava me apressar, fui ao banheiro escovei os dentes, lavei o rosto rapidamente pois quando estamos atrasados parece que as horas voam, eu ouvi um barulho como de algo caindo ou sendo jogado perto da porta de entrada e logo em seguida ouvi a campanhia tocar, sequei as mãos e o rosto comecei a praguejar mas fui rapidamente atender a porta.....
DELEGADO: Tá e daí o que você viu?
Testemunha: rapidamente abri a porta e tomei um susto, havia um homem estático no chão, chamei, moço! mas ele não reagia resolvi tocá-lo e fiquei em choque pois ele estava gelado, comecei a gritar, mas não apareceu ninguém no corredor , entrei liguei para vocês e aqui estou dando este depoimento.(texto produzido por Marta)
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